Verbalizo os meus sentimentos, exponho os meus tormentos...
Mostro-me inseguro, incapaz de não te magoar..
As lágrimas que me correm pela cara são de vergonha.
Nunca me pensei capaz de gostar tanto de alguém, nunca pensei querer que não existisse tempo e espaço e desejar fugir para o calor de um abraço.
Detesto não me rir contigo a toda a hora, não poder segurar a tua mão, encostar meu rosto no teu...
Eu quero muito poder estar ao teu lado todos os dias, acordar contigo a meu lado, quero cumprir os teus desejos..
Uma vez disseste que tinhas medo de não estar à minha altura, não tens nada a recear, estarás sempre acima, nunca fui de outro nível senão o mais baixo, o mais idiótico sou eu!
Hoje estou triste porque não nos falamos bem. Uma cortina de ferro entre-pôs-se diante nós e eu não sei a volta que hei-de dar para voltar ao mesmo lado que tu. Eu não quero mais ninguém, eu não me importo de contrariar a minha palavra, de seguir o caminho que não gosto, desde que possa estar contigo.
Eu quero encurtar a distância, eu quero tornar fácil o difícil, resistir aos caprichos e esperar pelo dia em que possa contigo sozinho ficar.
Só não fujo para o destino incerto, porque além de cobarde ainda quero ser alguém, porque senão, juro-te, já não estava aqui a escrever estas palavras, dizia-as directamente a ti.
Adoro-te e quero-te mais do que tudo. Só não luto mais, porque não quero perturbar-te mais do que fiz. Só não berro mais porque os meus pulmões deixam de ter ar.
No fim só sei dizer "desculpa o parvalhão que sou".. :(
07 março, 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário